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Vinicius Neres
depois que Fernando Pessoa cansou, depois que os eus postiços morreram, depois que a mistura já não era homogênea, depois que a máscara passou a servir tão bem que já não era máscara, e que o alter-ego era só um jeito de negar a verdadeira natureza camaleônica do próprio ser... Mesmo que não uma metamorfose ambulante, mas também não aquela velha e besta opinião formada sobre tudo, Vinicius é aquilo que é. É tudo, e de tudo se fez nada.
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Uma fusão de idéias, textos próprios, textos lidos, opiniões, editoriais, cartas, poemas, crônicas e coisas, tudo sintetizado nesse pequeno espaço. Em suma: Meu arquivo pessoal.

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Triste verdade

"O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro."

Mário Quintana






Ah, Mário, Mário... Tenho a leve impressão que isso já esteja acontecendo.

Algo sobre mim

Algo sobre mim

Ad astra per alia porci

Uma síntese de ídeias desconexas, condensadas em palavras que nunca refletem exatamente a complexibilidade de sua reflexão máter. Essa é a definição disso. Essa é a definição de um texto de opinião. Se alguem definir melhor, por favor, me avise. Definir é delimitar, e tudo que é delimitado nunca é exatamente aquilo que é.

Reflexões

domingo, 31 de outubro de 2010

Por vezes me observo, olho-me atentamente, e não me compreendo. Não sei direito explicar que fenômeno pode ser esse. Não sou inseguro quanto ás minhas posições, minhas escolhas, meu modo de ser e agir... Somente, algumas vezes, olho-me no espelho e sinto que ainda não conheço aquele ser humano que vejo refletido. Pergunto-me se aquilo que sou talvez não seja somente facetas de não-eus, misturados e convivendo em harmonia para formar este eu que sou. Talvez, na verdade, eis que isso seja a verdadeira representação da personalidade de qualquer pessoa: diversas personalidades convivendo como uma. Mas como saber? E como compreender à si mesmo? Sempre, sempre, sempre lembro aquela velha frase do oráculo de Delfos “Conhece a ti mesmo, e conhecerás o universo e os deuses”. Quantas pessoas não conhecem a si mesmas ainda? Ou melhor, reformulando de maneira mais clara a questão: Quantos de nós realmente conhecem a si mesmos? Sei que não é a questão. Não são os outros, sou eu.

Recentemente, ao ouvir um texto de certa maneira comum, e que já ouvira outras vezes, uma parte me chamou a atenção. Esse trecho dizia, mas ou menos com estas palavras, que como o bicho-da-seda que tece ao redor de si um casulo, assim é o homem verdadeiro que tem ao redor de si aquilo que é fisicamente. Da mesma forma que o casulo não é o verdadeiro bicho-da-seda, assim o homem não é verdadeiramente aquilo que aparenta ser. Igualitariamente, assim como o bicho-da-seda que um dia rompe o seu casulo para poder voar livremente pela natureza, um dia o homem se libertará daquilo que aparenta ser para ser aquilo que verdadeiramente é.

Não posso negar que isto é uma das coisas mais bonitas que já ouvi. Certamente me fez refletir por longos dias. Talvez essa seja a chave da compreensão, ou talvez não. Mas de fato o homem que busca respostas é um homem que tem um propósito, e que leva em sua existência, somente por isso, uma razão. Isso, somente, já me basta para ter a tranqüilidade de saber que ao menos vivo, e não simplesmente existo.

Vinicius" Neres

Postado por Vinicius Neres às 03:17  

Marcadores: Textos próprios

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