Olá seres humanos e demais seres aeróbicos que estiverem lendo isso!
Minhas férias estão tranqüilas. Não sei se vocês querem saber isso, mas como quem escreve sou eu, e eu não estou nem ai pra que os outros querem ler e desde sempre nunca fiz questão de ser pop. E não, não estou estressado. Simplesmente me incomoda que eu não possa seguir um método tranqüilo de tranqüilidade e de férias sem interferência de pessoas que interferem nas coisas alheias. Não posso eu simplesmente seguir com minhas leituras e ouvir minha querida Bossa Nova em Paz? E de vez em quando relaxar no jazz simplesmente não fazendo nada. No ócio total e completo de minha vidinha simples e completa? Porque o mundo requer força de vontade para cumprir um monte de protocolos de inutilidades fúteis e sem serventia em um tedioso ciclo social que arranca as entranhas do verdadeiro ser próprio de cada ser humano. Ser ou não ser, eis a questão! Pobre Shakespeare, que deve estar dando “duplos twists carpados” em seu túmulo por uma frase tão usada por tanta gente que nem sequer sabe que Sir Willian escrevia teatro, e muito menos faz idéia de quem é esse “tal de Hamlet”. Ó céus, ó vida, ó azar. Quis escrever hoje, simplesmente escrever. Tudo sai assim, vomitado da mente. Não, não me deu o trabalho de gestar nada em minha mente, simplesmente deixei que o teclado me levasse. Agora, por exemplo, estou ouvindo uma versão tão depressiva de Besame Mucho, que se eu não estivesse tão tranqüilo eu teria me matado. Não, ao penso em me matar regularmente. Isso foi ironia baby. Posso fumar um charuto? Ah, é, você não decide nada. Vou imaginar que eu estou fumando um charuto então. Pronto, agora estou em um Café, em Paris, próximo a torre de Eiffel, com uma brisa de outono soprando no rosto, com um ótimo sobretudo bem ao estilo máfia russa, tomando um café preto, sem açúcar, e degustando um charuto cubano legítimo ao ouvir um cara magro tocando violino ligeiramente à minha esquerda. Deixe-me apreciar o momento. Vão embora e esqueça tudo o que eu falei. Escrevi. Vomitei ai nesse texto sem pé nem cabeça. Mas agora, deixe-me sentir a brisa de Paris em Paz.
Bonne nuit!
Minhas férias estão tranqüilas. Não sei se vocês querem saber isso, mas como quem escreve sou eu, e eu não estou nem ai pra que os outros querem ler e desde sempre nunca fiz questão de ser pop. E não, não estou estressado. Simplesmente me incomoda que eu não possa seguir um método tranqüilo de tranqüilidade e de férias sem interferência de pessoas que interferem nas coisas alheias. Não posso eu simplesmente seguir com minhas leituras e ouvir minha querida Bossa Nova em Paz? E de vez em quando relaxar no jazz simplesmente não fazendo nada. No ócio total e completo de minha vidinha simples e completa? Porque o mundo requer força de vontade para cumprir um monte de protocolos de inutilidades fúteis e sem serventia em um tedioso ciclo social que arranca as entranhas do verdadeiro ser próprio de cada ser humano. Ser ou não ser, eis a questão! Pobre Shakespeare, que deve estar dando “duplos twists carpados” em seu túmulo por uma frase tão usada por tanta gente que nem sequer sabe que Sir Willian escrevia teatro, e muito menos faz idéia de quem é esse “tal de Hamlet”. Ó céus, ó vida, ó azar. Quis escrever hoje, simplesmente escrever. Tudo sai assim, vomitado da mente. Não, não me deu o trabalho de gestar nada em minha mente, simplesmente deixei que o teclado me levasse. Agora, por exemplo, estou ouvindo uma versão tão depressiva de Besame Mucho, que se eu não estivesse tão tranqüilo eu teria me matado. Não, ao penso em me matar regularmente. Isso foi ironia baby. Posso fumar um charuto? Ah, é, você não decide nada. Vou imaginar que eu estou fumando um charuto então. Pronto, agora estou em um Café, em Paris, próximo a torre de Eiffel, com uma brisa de outono soprando no rosto, com um ótimo sobretudo bem ao estilo máfia russa, tomando um café preto, sem açúcar, e degustando um charuto cubano legítimo ao ouvir um cara magro tocando violino ligeiramente à minha esquerda. Deixe-me apreciar o momento. Vão embora e esqueça tudo o que eu falei. Escrevi. Vomitei ai nesse texto sem pé nem cabeça. Mas agora, deixe-me sentir a brisa de Paris em Paz.
Bonne nuit!
Vinicius" Neres


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