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Vinicius Neres
depois que Fernando Pessoa cansou, depois que os eus postiços morreram, depois que a mistura já não era homogênea, depois que a máscara passou a servir tão bem que já não era máscara, e que o alter-ego era só um jeito de negar a verdadeira natureza camaleônica do próprio ser... Mesmo que não uma metamorfose ambulante, mas também não aquela velha e besta opinião formada sobre tudo, Vinicius é aquilo que é. É tudo, e de tudo se fez nada.
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Uma fusão de idéias, textos próprios, textos lidos, opiniões, editoriais, cartas, poemas, crônicas e coisas, tudo sintetizado nesse pequeno espaço. Em suma: Meu arquivo pessoal.

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Triste verdade

"O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro."

Mário Quintana






Ah, Mário, Mário... Tenho a leve impressão que isso já esteja acontecendo.

Algo sobre mim

Algo sobre mim

Ad astra per alia porci

Uma síntese de ídeias desconexas, condensadas em palavras que nunca refletem exatamente a complexibilidade de sua reflexão máter. Essa é a definição disso. Essa é a definição de um texto de opinião. Se alguem definir melhor, por favor, me avise. Definir é delimitar, e tudo que é delimitado nunca é exatamente aquilo que é.

Sobre a natureza do homem

segunda-feira, 30 de novembro de 2009



A natureza do homem é estranhíssima. Sim, estranha ao extremo. Conciliar opiniões, idéias, críticas, sugestões, reclamações, confrontos abertos... Não é simples. É estranho. Intrigante. É inconcebível. Talvez as religiões e mitologias expliquem isso, mas a ciência, principalmente as ciências extremamente racionais, arrastar-se-ão pela eternidade se basearem-se apenas na observação e experimentação para explicar o homem e sua natureza.

Não é simples conviver com pessoas. Tudo seria mais fácil com o isolamento. Porém é fato que o isolamento também faz mal a sanidade do homem. A convivência, a sociedade é um mal necessário; um mal que nos corrói e que corrói cada vez mais a alma dos seus integrantes como uma sanguessuga que executa seu trabalho discretamente. Não causa dor, mas explora-te e consome-te as forças a cada passada, a cada ato e gesto. Infelizmente assim é o mundo atual. Um Manicômio Global, como tanto cita Augusto Cury.

Há alguém que compreenda a natureza do homem, que se adapte a ela, que a sorva em toda a sua essência? O tempo dirá. Não sou digno desse conhecimento, infelizmente. Pouco conheço a mim mesmo, muito menos as outras personalidades. Todavia, talvez esse seja o segredo, não? Conhece a ti mesmo. Descubra sua natureza, para então descobrir a natureza do homem. O mundo e as pessoas negam conhecer-se. Negam descobrir-se. É estranho, macabro, caótico. Vivemos em uma época em que o narcisismo é tão constante que é praticamente imperceptível. Vivemos na era das relações superficiais, dos relacionamentos sem espírito, da amizade sem alma.

O que posso fazer? Sou humano, demasiado humano para compreender a natureza humana. Talvez algo ilumine a minha caminhada, mas o futuro é quase sempre incerto, e a vida é uma caixinha de surpresas. Por enquanto sigo, peregrinando pelos labirintos de minh’alma, sorvendo de mim o que eu necessito, e procurando, talvez tão erroneamente, conhecer aqueles que me cercam.

Vinicius" Neres

Postado por Vinicius Neres às 21:00  

Marcadores: Textos próprios

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