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Vinicius Neres
depois que Fernando Pessoa cansou, depois que os eus postiços morreram, depois que a mistura já não era homogênea, depois que a máscara passou a servir tão bem que já não era máscara, e que o alter-ego era só um jeito de negar a verdadeira natureza camaleônica do próprio ser... Mesmo que não uma metamorfose ambulante, mas também não aquela velha e besta opinião formada sobre tudo, Vinicius é aquilo que é. É tudo, e de tudo se fez nada.
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Uma fusão de idéias, textos próprios, textos lidos, opiniões, editoriais, cartas, poemas, crônicas e coisas, tudo sintetizado nesse pequeno espaço. Em suma: Meu arquivo pessoal.

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Triste verdade

"O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro."

Mário Quintana






Ah, Mário, Mário... Tenho a leve impressão que isso já esteja acontecendo.

Algo sobre mim

Algo sobre mim

Ad astra per alia porci

Uma síntese de ídeias desconexas, condensadas em palavras que nunca refletem exatamente a complexibilidade de sua reflexão máter. Essa é a definição disso. Essa é a definição de um texto de opinião. Se alguem definir melhor, por favor, me avise. Definir é delimitar, e tudo que é delimitado nunca é exatamente aquilo que é.

O nada na madrugada

domingo, 4 de julho de 2010


Publiquei esse "desabafo" no meu blog no site todosobrexanxere.com.br na madrugada de Domingo, dia 27 de Julho, ás 02h16min da madrugada. Mas convenhamos, não combinou nada com o local. Considero cá muito mais aconchegante. Aqui não preciso de público, não preciso de leitores, só preciso de um teclado e de pensamentos... Posso ser autêntico, posso ser natural, posso falar de tudo, escrever o quanto quiser. Posso usufruir da Sabedoria de minha Loucura. Minha águia de Moria. Nada como meu bom e velho blog. Ai vai:
___________________________________
Estou eu aqui, na madrugada de Sábado para Domingo, ouvindo Carlos Gardel e sua melancolia magnífica, de frente para um Borsalino preto – idêntico ao que ele usava inclusive, a não ser pela cor – com uma falta de sono indescritível e uma vontade de fazer “não-se-o-que”. Pensei então em escrever alguma coisa. Decisão estranha não? Mas eu também posso ter a liberdade de escrever sobre nada. E eis que o nada me parece tão fascinante.

Hoje em dia o nada é raríssimo. O nada é uma espécie em extinção. Nunca fazemos nada – no sentido real. É raro fazermos nada, pensarmos em nada… Normalmente fazemos algo inútil, e classificamos isso como fazer nada. Mas não é bela a arte do ócio? Ficar só, em silêncio, e limpar a mente… Tão difícil não? Os pensamentos enchem nossas cabeças. Ficamos presos a idéias longínquas, a pensamentos, a situações… Presos ao passado e ao futuro, mas raramente ao presente. Mergulhados nesse oceano de nossas próprias mentes, quase nos afogamos. Mas é tão bom o silêncio. O nada. E do nada tudo. Enfim, o que quero dizer é que justamente o nada que nos faz abrir a mente a novos pensamentos. A mente também precisa de descanso, e não raro nessas ocasiões é que surgem as grandes idéias. Do nada, tudo. Do caos, a ordem.

Mas é só. Não tinha nada planejado para escrever, e até me estendi demais para falar nada. Um vício: escrever demais e não falar nada. Ou falar do nada. Que seja. Talvez a mesma coisa. A fabulosa arte da prolixidade!

Saudações, amigos!

Daqui vou-me, ao som de Por una cabeza, de Gardel, deitar-me. (:

Boa noite.


Vinicius" Neres

Postado por Vinicius Neres às 01:33  

Marcadores: Pensamentos

2 comentários:

Luiz Augusto disse...

Haha, é sagrado Carlos Gardel em suas noites, não? ahusuhsahus. Mas a respeito de seu post, acertou em cheio meu caro irmão Vinicius, muitas vezes confundimos aquela monotonia momentânea com o nada.. Eu particularmente procuro perseguir o nada antes de dormir, para acalmar minha mente e dormir em paz. Mas enfim.. Gostei de teu post veio, simples e objetivo, do jeito que eu gosto. Forte abraço"

20 de julho de 2010 às 21:31  
Karen G. disse...

Vi uma reportagem não sei quando,no fantástico,em que alguns sul-rio-grandenses ficavam numa área verde,deitados,uma vez ao mês,para fazer nada.Eu não me incomodaria em fazer nada todos os dias.Pra não ficar chato,as vezes faria coisas inúteis também,rs.Abraço...

28 de agosto de 2010 às 19:26  

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