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Vinicius Neres
depois que Fernando Pessoa cansou, depois que os eus postiços morreram, depois que a mistura já não era homogênea, depois que a máscara passou a servir tão bem que já não era máscara, e que o alter-ego era só um jeito de negar a verdadeira natureza camaleônica do próprio ser... Mesmo que não uma metamorfose ambulante, mas também não aquela velha e besta opinião formada sobre tudo, Vinicius é aquilo que é. É tudo, e de tudo se fez nada.
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Uma fusão de idéias, textos próprios, textos lidos, opiniões, editoriais, cartas, poemas, crônicas e coisas, tudo sintetizado nesse pequeno espaço. Em suma: Meu arquivo pessoal.

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Triste verdade

"O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro."

Mário Quintana






Ah, Mário, Mário... Tenho a leve impressão que isso já esteja acontecendo.

Algo sobre mim

Algo sobre mim

Ad astra per alia porci

Uma síntese de ídeias desconexas, condensadas em palavras que nunca refletem exatamente a complexibilidade de sua reflexão máter. Essa é a definição disso. Essa é a definição de um texto de opinião. Se alguem definir melhor, por favor, me avise. Definir é delimitar, e tudo que é delimitado nunca é exatamente aquilo que é.

"Ó homem, conhece a ti mesmo (...)"

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Às vezes acordo pela manhã e a primeira coisa que faço é olhar para mim mesmo, no eselho. Olho dentro dos meus olhos, como se para encontrar alguém. Como se para encontrar eu mesmo. Nada de mais, apenas analiso meu próprio eu. Estranho, talvez. Incomum. Mas de fato creio que ser comum não é a mais proeminente de minhas qualidades.

Encontrar-se consigo mesmo talvez seja a questão. Ser quem se é verdadeiramente é mais difícil do que parece. Andamos cobertos de máscaras e fantasias sociais, como escudos para proteger o nosso ser da selva que é o mundo lá fora. Ter cuidado para não nos perder próprios personagens é fundamental; e não é tão difícil quanto se pensa encontrar pessoas “perdidas” assim ai fora. Na verdade a maioria delas é. Escravas do mundinho que o próprio homem criou; escravas de padrões e de comportamentos, escravas da aparência. Sabemos que as duas grandes questões da humanidade são Conhecer a si mesmo e Ser a si mesmo. Duas frases fundamentais, uma do oráculo de Delfos e outra de Nietzsche: “Conhece a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses” e “Torna-te quem tu és”. Ambas a síntese se qualquer estudo comportamental e análise que se possa fazer dos seres humanos. Eu diria que as duas frases mais fascinantes sobre nós mesmos.

De qualquer forma, como lutar contra esse mundo que sufoca os eu verídicos para formar um exército de pseudo-nós padronizados? Simples, irmãos romanos: conheça o inimigo. Analise suas fraquezas. Use-as contra ele mesmo. Pare para analisar como nossa sociedade se comporta. Acabe com as amarras sociais, mas não caia fora do jogo. Querer se isolar do mundo é mais doentio do que viver nele. O que temos que controlar é a habilidade de transitar entre o mundo de ilusões que vivem a grande massa da sociedade, e o mundo real, com todas as suas belezas de que os detalhes nos mostram.

Existe um mundo ai fora, uma vida, um milagre acontecendo a cada segundo. Isso é que as pessoas não percebem. Ébrias na ilusão – totalmente presas na Matrix, diriam alguns mais radicais e futuristas – não sentem a superioridade que o ser humano atingiu. Insistem em serem animais e usar somente sua parcela instintiva, deixando de lado sua parcela de divindade. Esquecem que somos à imagem e semelhança do Criador, digo e insisto, na mente. Mas deixe passar, deixe fazer... O despertar virá algum dia. Enquanto isso observamos e rimos da ilusão alheia, que não percebem as respostas, mesmo estando elas escancaradas em suas faces.

Vinicius" Neres

Postado por Vinicius Neres às 01:17 0 comentários  

Marcadores: Textos próprios

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